Quando o Greta Van Fleet fez grandes shows no Mercy Lounge, hoje fechado, em Nashville, em 2017, o público era majoritariamente formado por homens mais velhos usando camisetas de rock clássico, especialmente camisetas do Led Zeppelin. No show principal da banda na Bridgestone Arena, em 2023, o público parecia diferente: havia mais fãs jovens, alguns vestidos com paetês e glitter e agitando pequenas bandeiras de arco-íris.

O vocalista Josh Kiszka diz que a banda percebeu a mudança do palco. Ele contou ao podcast Nashville Now, da Rolling Stone, que o alcance mais amplo do Greta Van Fleet levou ouvintes mais jovens à música rock, inclusive fãs que estavam vendo pessoas da mesma idade se apresentar nesse gênero pela primeira vez. Ele também descreveu o rock como um gênero aberto, que continua relevante.

Kiszka, seu irmão e guitarrista Jake, o baixista Sam Kiszka e o baterista Daniel Wagner têm por volta de 30 anos. Josh e Jake se mudaram para Nashville em 2020, e Sam e Wagner foram pouco depois. Desde então, a banda passou a fazer parte da cena rock da cidade e recentemente tocou em três shows intimistas no Basement East, onde o público também era mais jovem.

Kiszka disse que o público reúne várias gerações, com fãs jovens perto do palco, seguidos por seus pais e avós. Acrescentou que pessoas de diferentes idades e origens estavam animadas por estar ali.

O Greta Van Fleet lançou seu álbum mais recente, Palace for the People, em outubro. A banda voltará às arenas em fevereiro com a turnê Into the Beginning, que inclui apresentações no Barclays Center, no Brooklyn, no TD Garden, em Boston, e na Bridgestone Arena, em Nashville. A agenda também inclui datas no Reino Unido e na Europa, entre elas um show em maio na O2 Arena, em Londres. O grupo se comprometeu a vender ingressos pelo valor de face, acrescido das taxas, sem ingressos platinum.

Fontes: Rolling Stone.