A Wixen reapresentou sua queixa por violação de direitos autorais contra a Meta depois que um juiz pediu à editora musical que especificasse, música por música, se é proprietária de cada obra ou se a administra com exclusividade, e quais direitos detém. Segundo o relato da editora em uma coluna de convidado, a decisão não rejeitou todas as reivindicações da Wixen, e o juiz deu a ela duas semanas para apresentar uma queixa alterada.
A Wixen afirma que a música de seus clientes compositores foi licenciada para a Meta para uso nos Reels do Instagram e do Facebook de 2018 a 2025. Alega que, posteriormente, a Meta propôs pagar uma fração do valor anterior, continuou usando as músicas depois que a Wixen rejeitou a proposta e removeu algumas faixas enquanto ainda estavam licenciadas. A Wixen também afirma que compositores e empresários foram informados de que a editora havia retirado as músicas.
A editora entrou com a ação por causa do suposto uso continuado das músicas pela Meta sem licença ou pagamento, além das remoções. A Wixen afirma que o juiz manteve intactas suas reivindicações relacionadas às músicas removidas durante o período de vigência das licenças. Também diz que a data do julgamento continua marcada e que a fase de produção de provas está em andamento.
Na coluna de convidado, a Wixen explica que o pedido do juiz dizia respeito aos detalhes de propriedade e licenciamento associados a obras individuais. A editora afirma que já fez esclarecimentos semelhantes em um processo anterior contra a Triller, que prosseguiu. Também argumenta que uma regra do Nono Circuito, segundo a qual um administrador editorial precisa controlar 100% de uma música para apresentar uma reclamação por violação, pode afetar músicas com vários coautores e administradores. A Wixen afirma que manteve no processo as músicas sobre as quais tem controle parcial para preservar a questão para recurso.
A moção da Meta para rejeitar a ação, conforme descrita pela Wixen, não alegou que a Meta tivesse uma licença nem negou o uso das músicas. A Wixen afirma que a disputa central — se a Meta pode usar o trabalho dos compositores sem pagar por isso — continua sem solução e será tratada à medida que o processo avançar.
Fontes: Billboard.